Plenitude Web Rádio
Buscando a Excelência na Comunicação da Verdade
Denise C. S.
Atua na área de educação cristã na Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Medianeira, Paraná - PR, como professora
da Escola Bíblica Dominical. Escritora. Professora de Técnica Vocal, Teclado, Violão, Contrabaixo Elétrico, Guitarra, Violino e
Teoria Musical na Escola de Música Arte e Som.
Formada em Tecnologia em Alimentos pela UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná - PR.
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Uma certa igreja estava precisando de pastor. Um dos diáconos escreveu a
carta seguinte, como se a tivesse recebido de um candidato e leu-a perante o
conselho da igreja: “Senhores: sabendo que o púlpito da sua igreja está vago,
gostaria de candidatar-me a o cargo. Tenho muitas qualificações que, penso,
irão apreciar. Tenho sido abençoado com poder na pregação, e tenho tido
bastante sucesso como escritor. Alguns dizem que sou bom administrador.
Algumas pessoas, contudo têm algumas coisas contra mim. Tenho mais de
cinqüenta anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar, tive que deixar a
cidade porque a obra causou tumulto e distúrbios. Tenho que admitir que
estive na cadeia três ou quatro vezes, mas não por más ações. Minha saúde
não é muito boa, embora eu ainda consiga trabalhar muito. Tenho exercido
minha profissão para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado são
pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes.
Eu não tenho tido muita comunhão com os líderes religiosos das diversas
cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade alguns deles me levaram às
barras do tribunal, e me atacaram fisicamente de maneira violenta.
Eu não sou muito bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que
até já esqueci quem foi que batizei. Todavia, se os senhores quiserem me
aceitar eu me esforçarei ao máximo mesmo que tenha que trabalhar para
ajudar no meu sustento.”
Depois de ler esta carta diante do conselho, o diácono perguntou se os
oficiais estavam interessados nesse candidato. Eles replicaram que ele jamais
serviria para aquela igreja; eles não queriam um homem enfermo,
contencioso, turbulento, um presidiário descabeçado. E ainda mais, a
apresentação desse candidato era até um insulto para a igreja.
Depois, perguntaram qual era o seu nome e receberam esta resposta:
Apóstolo Paulo.
“Não julgueis…”
Mt. 7:1
Publicado originalmente no blog Classe Fruto Sagrado:
(http://classefrutosagrado.wordpress.com)
A história do pastor rejeitado
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